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publicações 

As publicações do Selo Estopim são desenvolvidas a partir de processos coletivos de criação e pesquisa. Esses percursos resultam em impressos e múltiplos de pequenas tiragens que expandem o Acervo Estopim.

MATUTA (2025)

Com curadoria de Gabi Bresola, projeto gráfico de Marcos Walickosky e participação de 10 artistas de todo o Brasil, MATUTA propõe que cada artista ocupe uma folha frente e verso. A encadernação com elástico permite que quem lê solte as páginas e as reorganize. A remontagem pode gerar diferentes edições, permitindo que os trabalhos assumam novos arranjos e relações, escolhas que dialogam com o que pode vir a ser o matutar — gesto de pensar demoradamente, elaborar e experimentar.

 

Participam: Carolina Sanches, Clara Trevisan, Cosmopolíticas editoriais + Aldeia Muã Mimatxi + Paulo Maia, Dani Eizirik, Dinho Araujo, Felipe Vieira, Jadsa, Raquel Versieux + Roberto Freitas, Renna Costa e Sanilla.

Tiragem: 1000

 

Escrever sobre areia (2025)

A publicação registra o processo dos 4 meses do Grupo de Estudos em Curadoria, que se dedicou à pesquisa no Acervo Estopim e à criação coletiva da exposição homônima. A coordenação foi de Isadora Mattiolli, com participação de Bianca Castro, Daniela Panisson, Gi Oliveira, Luisa Lopes, Marcella Ventura e Rayssa Silva.

Tiragem: 250

 

Flipbook Plataforma Estopim (2025)

Para a 10ª edição da feira, o designer Mical Kairos criou um flipbook em homenagem ao projeto.

Tiragem: 100

 

Zinência (2023)

Coleção de fanzines produzidas na residência Zinência, conduzida por Daniele Rosa e Emanuela Siqueira durante 2 dias. O objetivo da ação foi fomentar a pesquisa e produção desse tipo de publicação, e teve como participantes mulheres LBTI e pessoas não binárias. As zines foram exibidas em uma exposição de mesa na Alfaiataria Espaço de Arte e podem ser conferidas aqui

 

Participam: A Guerra, Boro, Enya Brandão, Fernanda Werner, Furacão, Hell, Lais D.S.S., Larissa Helena, Luisa Pinheiro, Mainu, Mariana Boaventura, Mika, Raquel Rutz.

Negrontologia poética (2022)

​Livro com 14 poemas em português e francês do poeta haitiano Rey SEELY, com revisão e tradução de Julia Raiz. O projeto gráfico é de Caroline Schroeder. A publicação foi viabilizada por uma parceria com a Aliança Francesa de Curitiba.

Tiragem: 500 exemplares.

 

Detonação (2021)

Com organização e projeto gráfico de Thalita Sejanes e Francisco Mallmann, a publicação reúne trabalhos de 14 artistas e carrega um convite implícito de ação: todas as páginas são adesivas e podem ganhar outras circulações fora da encadernação.

 

Participam: Breno Henrique, Chica Caldas, C. L. Salvaro, Daniele Rosa, Denilson Baniwa, Fabio Morais, PORO Intervenções urbanas e ações efêmeras, Julia Pignalosa, Lilian Reif, Maikel da Maia, Mónica Angel Láscar, Semy Monastier, Rogério Ghomes, Silvio De Bettio.

Tiragem: 500 exemplares.

Acesse o vídeo da publicação.

 

Múltiplo Feira Estopim (2021)
Publicado e distribuído em formato de jornal, o múltiplo contém ilustrações de Vivaldo Vieira Neto e uma reedição especial de carimbos produzidos nos anos 2000 com artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, criada pela artista Ana González. 

Tiragem: 1000 exemplares.

ZIG ZAG (2020)

A publicação foi organizada por Guilherme Jaccon, Janaina Matter e Luana Navarro durante a pandemia de Covid-19 para seguir conectando artistas e público. 10 artistas foram convidados/as para exporem seus trabalhos: Faetusa Tirzah, Francisco Mallmann, Jozé Roberto da Silva, Juliana Sanson, Julie Fank, Maikel da Maia, Marcel Malê, Patricia Cipriano, Silvia da Silva e Sylviane Guilherme. Em formato tabloide, foi viabilizada por financiamento coletivo e contou com o projeto gráfico de Carol Schroeder.

Tiragem: 500 exemplares
Acesse o vídeo da publicação.

 

Meu cartaz eu carrego no corpo (2020)

Desenvolvida por Renata Roel e Tuca Kawai durante a oficina de serigrafia “Meu cartaz eu carrego no corpo”, a criação e organização da publicação se deu junto aos/às adolescentes da Obra Social Santo Aníbal (OSSA), em Curitiba.

Tiragem: 50 exemplares.

 

Meu lugar é onde estou (2020)

A coleção de cartografias, com projeto gráfico de Thalita Sejanes, é resultado da residência artística homônima, com interlocução de Luana Navarro e Thalita Sejanes para a criação de Daisy Silva, Fábio Costa e Nanashara Scaravelli. O objetivo foi pensar a relação dos corpos LGBTQIA+ com a cidade de Curitiba.
 

Projeto viabilizado por meio do edital de Ações Afirmativas do Fundo Municipal de Cultura da Fundação Cultural de Curitiba.

Tiragem: 20 exemplares.

 

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